top of page

Como mobilizar jovens nas eleições dos conselhos federais 2026

  • Carlos Junior
  • 19 de out. de 2025
  • 10 min de leitura

Quando pensamos no futuro das entidades representativas, é impossível ignorar a participação dos jovens nas eleições dos conselhos federais. Sabemos, por experiência, que eles são motores de renovação e inovação. No entanto, muitos conselhos ainda encaram desafios para engajar esse público nas eleições de 2026. No contexto brasileiro, com transformações digitais e novas demandas sociais, acreditamos que mobilizar a juventude não é tarefa simples, mas totalmente possível quando há estratégia, empatia e comunicação clara. Neste artigo, compartilhamos nossa visão, práticas testadas e exemplos inspiradores para ajudar entidades a criar campanhas de mobilização eficazes e conectadas com a realidade do jovem brasileiro.


O que move o jovem brasileiro na participação política?


Antes de desenhar qualquer ação de mobilização, precisamos nos perguntar: O que, afinal, faz sentido para o jovem de hoje quando o assunto é eleição? Nas pesquisas e projetos em que já atuamos, percebemos padrões que se repetem – e algumas surpresas também.

  • Busca por representatividade e identificação.

  • Valorização de causas sociais, ambientais e pautas coletivas.

  • Pragmáticos: querem resultados concretos, não apenas promessas.

  • Desejo por participação aberta, transparente, horizontal.

  • Desconfiança nas estruturas de poder tradicionais.

Juventude é sinônimo de inquietação e protagonismo.

Um estudo sobre o Parlamento Jovem Brasileiro confirmou que 58% dos jovens aumentam a confiança no Legislativo e 38% se interessam por se candidatar após experiências de participação. Mais que números, isso reflete o poder transformador do engajamento real (estudo sobre o Parlamento Jovem Brasileiro).


Cenário atual: juventude e eleições institucionais


No ciclo eleitoral brasileiro, vimos um crescimento relevante da adesão jovem. Dados do Tribunal Superior Eleitoral mostram que o número de eleitores de 16 e 17 anos cresceu 52,3% entre 2018 e 2022, chegando a mais de 2,1 milhões de jovens aptos a votar (dados do Tribunal Superior Eleitoral). Esse é um sinal de alerta e, ao mesmo tempo, de potencial para os conselhos federais em 2026.

Apesar do avanço, a participação da juventude nas eleições dos conselhos federais ainda é tímida quando comparada ao seu peso demográfico. Por quê? São várias as respostas, entre elas:

  • Desconhecimento sobre o papel dos conselhos.

  • Processos eleitorais burocráticos e pouco acessíveis.

  • Comunicação distante da linguagem e canais preferidos pelo jovem.

  • Falta de exemplos de jovens atuantes nas lideranças dessas instituições.

Se o jovem não entende o propósito, ele não se engaja.

É por isso que apostar em estratégias tradicionais costuma trazer pouco resultado quando o objetivo é mobilizar essa geração. Precisamos de outro olhar – mais digital, horizontal e pautado por escuta real.


Por dentro dos conselhos federais: desafios e potenciais


Os conselhos federais têm papel decisivo na regulação, fiscalização e valorização de centenas de profissões no Brasil. Atuando junto à sociedade civil, são espaços de participação democrática representativa. Mas, apesar desse papel, enfrentam obstáculos para incorporar jovens em seus quadros e processos eleitorais.

  • Dificuldade em comunicar de forma atrativa.

  • Pouco aproveitamento das redes sociais como canais bidirecionais.

  • Aparente distância entre o discurso institucional e a vida do jovem profissional.

  • Burocracias que afastam potenciais interessados em votar ou candidatar-se.

Nós, da Communicare, acreditamos que a participação jovem não é apenas uma tendência, mas uma necessidade para manter os conselhos vivos, inovadores e legítimos. As entidades abertas à escuta e à renovação conseguem se posicionar melhor, inclusive fortalecendo sua imagem junto à sociedade.


Por que mobilizar os jovens?


Mobilizar jovens nas eleições dos conselhos federais é agir pelo presente, mas também garantir futuro às entidades. Não se trata apenas de aumentar a quantidade de votos, mas de incorporar pontos de vista, demandas e soluções diferentes.

  • Jovens trazem perspectivas inovadoras para decisões importantes dos conselhos.

  • Criam novas dinâmicas de mobilização e valorização das entidades.

  • São multiplicadores naturais do engajamento em suas redes e comunidades.

  • Fomentam debates atuais, conectando os conselhos aos temas que movem a sociedade hoje.

Além disso, construir espaços institucionalizados de participação para jovens é uma forma de formar lideranças mais preparadas socialmente. Confiar neles para ocupar lugares de fala não apenas fortalece, mas renova a representatividade dos próprios conselhos.


Como comunicar para mobilizar?


Se mobilizar começa por comunicar, então vamos direto ao ponto: estratégias tradicionais de comunicação raramente alcançam o jovem de hoje. Isso não significa abrir mão do conteúdo técnico, mas sim adaptar linguagem, canais e formatos.

Algumas orientações da nossa experiência no setor:

  • Mensagem simples e direta, sem “juridiquês” ou institucional demais.

  • Valorizar o papel do jovem, mostrando exemplos reais de transformação dentro dos conselhos.

  • Apostar em formatos digitais dinâmicos (vídeos curtos, stories, podcasts, infográficos).

  • Integrar redes sociais como Facebook, Instagram, YouTube e, claro, WhatsApp, escolhendo o canal segundo o perfil do público (como utilizar essas plataformas).

  • Trazer influenciadores jovens dos próprios conselhos para o centro do debate.

Fale com o jovem, não para o jovem.

Cases e exemplos: onde a comunicação funcionou?


Tivemos a oportunidade de acompanhar processos em diversas entidades onde a comunicação adaptada trouxe resultados expressivos. Por exemplo, um conselho federal de profissão de saúde envolveu seus estudantes por meio de lives mensais no Instagram, onde jovens inscritos podiam perguntar em tempo real como seria o processo eleitoral. A audiência cresceu 70% em três meses, e o engajamento nas postagens sobre o tema quase dobrou.

Outro exemplo marcante foi a presença de jovens conselheiros em podcasts da área, compartilhando experiências de desafios e vitórias. Esse tipo de conteúdo inspira, aproxima e “quebra o gelo” institucional, criando uma conexão real.


Táticas para engajar: do digital ao presencial


Mesmo sendo nativos digitais, os jovens também valorizam conexões presenciais quando têm objetivos claros. Nossa sugestão é pensar em campanhas integradas, onde a experiência digital e a presencial se complementam.

  • Campanhas digitais multicanais com foco em temas atuais (diversidade, sustentabilidade, novas profissões, combate à desinformação).

  • Oficinas, rodas de conversa e hackathons presenciais dentro de universidades e escolas técnicas.

  • Capacitação para formar jovens multiplicadores: ensinar como funcionam o conselho, as eleições e quais os poderes de cada representante.

  • Ações de mentoria com conselheiros mais experientes.

  • Parcerias com coletivos estudantis, atléticas e grupos de extensão universitária.

  • Produção de podcasts, vídeos curtos e challenges criativos.

Proporcione experiências, não apenas informações.

Vale ressaltar que uma boa parte do engajamento se dá quando o jovem enxerga propósito no voto. “Se eu não votar, nada muda; se eu votar, posso transformar meu futuro” – essa é a chave.


Microtargeting político e segmentação: personalize a mensagem


Um ponto que deve ser planejado com bastante atenção é a segmentação das ações. Jovens não são todos iguais: interesses, expectativas, perfis profissionais e culturais variam muito. É preciso personalizar.

O microtargeting político, já amplamente utilizado em campanhas eleitorais, pode ser aplicado às eleições dos conselhos federais com grande sucesso. Identificando perfis, preferências e até mesmo influenciadores locais, conseguimos entregar melhor o conteúdo. O uso de dados, como pesquisas de opinião digital, é aliado indispensável.

Nossa abordagem inclui:

  • Mapeamento de grupos organizados (centros acadêmicos, atléticas, grêmios estudantis).

  • Segmentação por área de atuação, região, faixa etária ou interesses.

  • Conteúdos criados sob medida para segmentos específicos.

  • Ferramentas de comunicação direta, como listas de transmissão segmentadas no WhatsApp e e-mails curtos e objetivos.

Temos artigos práticos sobre como adaptar essas estratégias de comunicação para eleições em entidades, pensados justamente para quem quer resultados em mobilização.


Experiência digital: redes, aplicativos e fóruns


Hoje em dia, pouca coisa mobiliza mais rápido que um meme bem feito ou um challenge de impacto social. Plataformas digitais são espaços naturais para o engajamento da juventude, desde que usadas de modo autêntico e participativo.

Em campanhas que apoiamos, e que atingiram bons números, destacamos:

  • Vídeos curtos com linguagem visual atrativa.

  • Enquetes rápidas e dinâmicas no Instagram e TikTok.

  • Criação de grupos fechados para debates e sanção de dúvidas sobre as eleições.

  • Uso de influenciadores internos e microinfluenciadores universitários.

  • Gamificação: pequenas recompensas ou selos digitais para engajamento.

Esses ambientes digitais são excelentes para criar senso de comunidade, despertar o interesse e até formar “tendências” que aceleram o engajamento, algo que detalhamos em nosso conteúdo sobre estratégias iniciais de marketing eleitoral.


Conteúdo de valor: o que entregar para o jovem?


Não há mobilização sustentável sem conteúdo que faça sentido. O jovem quer saber não apenas como votar, mas para que votar, quem o representa e, principalmente, como sua participação pode impactar sua vida e sua profissão.

  • Séries de vídeos mostrando a rotina e as conquistas de jovens conselheiros.

  • Guia simples “passo a passo” para votar ou candidatar-se.

  • Conteúdo que esclareça mitos e explique de forma transparente o que o conselho faz pelo jovem profissional.

  • Campanhas abertas para receber propostas e perguntas do público jovem.

Inclusive, segundo estudos já citados (Parlamento Jovem), as experiências vividas são decisivas para ampliar o interesse e a confiança dos jovens. Criar oportunidades de participação prática é tão importante quanto comunicar.


Eventos e experiências presenciais: faça diferente


Depois de tanta transformação digital, experiências presenciais voltam a ganhar força, principalmente quando têm abordagem criativa e interativa. Em faculdades e espaços culturais, vemos:

  • Rodas de conversa com conselheiros jovens.

  • Oficinas práticas sobre processos eleitorais.

  • Simulações de votação.

  • Hackathons para criação de soluções digitais vinculadas aos conselhos.

  • Feiras de profissões em parceria com universidades, incluindo segmentos sobre o papel dos conselhos e jornadas eleitorais.

Mude a experiência, mude o resultado.

Aliar essas práticas ao conteúdo digital é estratégia que já validamos em mobilizações institucionais, criando sinergia e expansão de alcance.


A força dos multiplicadores: jovens que inspiram jovens


Uma das estratégias mais poderosas é formar multiplicadores: jovens que engajam outros jovens de forma natural. Isso pode ser feito em programas de embaixadores, grupos de trabalho ou mesmo em iniciativas voluntárias.

Orientações que adotamos internamente em campanhas:

  • Identificar jovens com perfil de liderança em centros acadêmicos, atléticas, projetos sociais e laboratórios.

  • Capacitar esses jovens em comunicação, mediação de conflitos e processos eleitorais.

  • Fornecer apoio e materiais para criar campanhas próprias em suas redes.

  • Incentivar que relatem suas experiências públicas, contando trajetórias pessoais dentro do conselho.

  • Reconhecer publicamente essas lideranças jovens.

O trabalho dos multiplicadores cria um ciclo virtuoso, inspirando mais engajamento. Assim, a juventude começa a enxergar que o conselho também pode ser seu espaço.


Combate à desinformação: clareza e transparência sempre


Desinformação afasta, enquanto transparência aproxima. Muitos jovens tendem a desconfiar de estruturas institucionais por vivenciarem, no dia a dia, processos pouco claros ou com excesso de formalismo. Ações práticas para reverter esse cenário são:

  • Informações oficiais acessíveis em linguagem simples.

  • Espaços para perguntas abertas nas redes e eventos.

  • Atualizações constantes de status do processo eleitoral.

  • Desconstrução de mitos e fake news por meio de vídeos, infográficos e entrevistas curtas.

Materializando essa abordagem, produzimos roteiros e conteúdos para conselhos federais que permitiram tirar dúvidas em tempo real e coibir rumores antes que ganhassem força. Isso contribui para um clima de confiança e incentivo ao voto.


Exemplos de campanhas que saíram do básico


Quer alguns exemplos práticos?

  • Desafios de vídeo com prêmios simples (camisetas, experiências, inscrições em congressos) para jovens que mostravam como o conselho fazia parte do seu cotidiano.

  • Campanhas de “selfie no conselho”: incentivo para visitar a sede do conselho, conhecer e registrar a experiência.

  • Criação de “minipropostas” em sistemas de votação paralelos, onde os temas sugeridos por jovens eram debatidos.

Essas ações promovem identificação. Ao sentir-se parte, o jovem legitima sua participação e contagia os pares.


Estratégias de engajamento digital: coletivos, memes e cultura pop


Reforçamos: o jovem quer autenticidade e, sim, entretenimento. Por isso, adaptar referências da cultura pop, usar memes bem alinhados e criar ou apoiar coletivos digitais ligados à área do conselho tem dado retorno.

  • Memes de situações cotidianas vividas por profissionais da área.

  • Enquetes baseadas em séries, filmes e músicas populares para introduzir temas do conselho.

  • Participação em eventos culturais online.

  • Criação de playlists colaborativas no Spotify com música para “quem vai votar no conselho”.

Essas ações criam pertencimento e tornam o processo mais leve e divertido.


Pesquisa e escuta ativa: conheça para engajar


Não há fórmula pronta, mas há como descobrir o que move o jovem de determinada área, região ou perfil. Recomendamos a realização de pesquisas online, enquetes rápidas e escuta em grupos organizados. A partir desses dados, a chance de criar campanhas acertadas cresce muito.

Já falamos sobre como conectar campanhas à cidadania, e o segredo é ouvir para construir junto. Solicitar opinião, testar formatos e abrir espaço para feedbacks sinceros é o caminho.


Lideranças jovens: como formar e valorizar?


Para além da eleição em si, precisamos incentivar o protagonismo jovem nas lideranças dos conselhos federais. Além de atrair mais eleitores, isso inspira novas candidaturas e revitaliza a imagem dos conselhos.

Fortalecer esse potencial pode passar por:

  • Programas de preparação para candidaturas jovens.

  • Mentorias com conselheiros experientes e ex-dirigentes.

  • Espaços de fala em plenárias e reuniões importantes.

  • Reconhecimento público de conquistas e avanços promovidos por jovens.

Esses movimentos ajudam a tornar o conselho um espaço desejado e capaz de atrair novas gerações.


Como planejar uma campanha consistente?


Sabemos que não existe mágica, mas planejamento sério, aliado à criatividade e execução ágil, faz diferença. Alguns passos para começar, segundo nosso método na Communicare:

  1. Diagnóstico sobre o perfil do jovem na base do conselho.

  2. Definição clara dos objetivos da mobilização.

  3. Construção do planejamento com etapas, prazos e responsáveis.

  4. Criação de calendários de conteúdo digital e eventos presenciais.

  5. Formação de grupo de multiplicadores e influenciadores internos.

  6. Monitoramento dos resultados e ajustes contínuos a partir do feedback recebido.

Caso precise de orientações detalhadas, temos guias práticos sobre como maximizar visibilidade e se conectar com eleitores, que servem perfeitamente para a realidade dos conselhos.


Conclusão: juventude, criatividade e futuro


Mobilizar jovens nas eleições dos conselhos federais em 2026 não será fácil, mas é perfeitamente possível com estratégia, respeito ao perfil dessa geração e capacidade de adaptação. Unir experiência institucional e linguagem jovem é um desafio e uma oportunidade.

Quando o jovem vê sentido, engaja, vota e lidera.

Nossa experiência mostra que campanhas com escuta ativa, conteúdos dinâmicos, multiplicadores engajados e comunicação segmentada têm muito mais resultado. Permita-se sair do tradicional. O futuro dos conselhos depende dessa renovação.

Se a sua entidade quer transformar o engajamento jovem em resultado real nas eleições de 2026, conte com a equipe da Communicare. Nossos especialistas têm experiência comprovada em campanhas para conselhos federais e podem desenhar estratégias sob medida, aliando resultados digitais e fortalecimento institucional. Entre em contato pelo formulário e descubra o potencial da sua base jovem!


Perguntas frequentes



O que são os conselhos federais?


Conselhos federais são entidades de direito público responsáveis por regulamentar, fiscalizar e proteger o exercício de cada profissão no Brasil. Funcionam de modo autônomo, mas têm papel fundamental na garantia de qualidade dos serviços profissionais e na defesa dos interesses das categorias que representam. Além disso, são espaços de participação democrática onde profissionais podem opinar, votar e até se candidatar a cargos de liderança.


Como votar nas eleições dos conselhos?


O processo de votação nos conselhos federais varia conforme o regimento de cada entidade, mas geralmente envolve a realização de eleições periódicas para escolha de representantes. O profissional precisa estar em dia com suas obrigações (anuidade, cadastro atualizado) e, em muitos casos, pode votar presencialmente ou de forma digital. Costuma haver um período de campanha, divulgação das chapas e uma janela estabelecida para votação. É preciso ficar atento aos comunicados oficiais do seu conselho federal para saber como participar.


Por que mobilizar jovens é importante?


Mobilizar jovens é decisivo porque a participação deles renova os debates, traz novas perspectivas para a gestão das entidades e aproxima os conselhos das demandas da sociedade atual. Jovens tendem a pensar em temas coletivos, questionar processos morosos e apontar soluções criativas, o que fortalece a representatividade e a legitimidade dos conselhos federais.


Quais estratégias funcionam para engajar jovens?


Estratégias de engajamento jovem incluem uso de redes sociais para comunicação direta, conteúdos práticos (como guias e vídeos), eventos presenciais dinâmicos, participação de influenciadores internos, pesquisas de opinião, formação de multiplicadores e campanhas visuais conectadas à cultura jovem. É preciso, ainda, adaptar a linguagem e usar os canais de preferência desse público.


Onde encontrar informações sobre as eleições 2026?


As informações sobre as eleições dos conselhos federais de 2026 podem ser encontradas nos canais oficiais dos próprios conselhos (sites, redes sociais, e-mails oficiais). Nossa equipe da Communicare também está disponível para orientar entidades e profissionais sobre boas práticas e estratégias de engajamento. Entre em contato conosco pelo formulário para saber como podemos ajudar sua campanha.

Comentários

Avaliado com 0 de 5 estrelas.
Ainda sem avaliações

Adicione uma avaliação

pronto para fazer sua campanha eleitoral com a gente?

Entre em contato, nosso time está disponível para te atender.
Para oportunidades, confira a nossa
central de carreiras.

  • Facebook
  • Instagram
  • Twitter
  • LinkedIn

Belo Horizonte - MG:

Rua Professor Eugênio Murilo Rubião, 222 - Anchieta

Brasília - DF:

Ed Lê Quartier, SHCN, sala 420

Florianópolis -  SC 
Av. Prof. Othon Gama D'Eça, 677 - Sala 603 - Centro

 +55 31 9843-4242

contato@agcommunicare.com

©2019 - 2025

 por Communicare

CNPJ: 41.574.452/0001-64

bottom of page